
A disputa gira em torno da alegação de Sandrão de que foi retratada de forma injusta e prejudicial, enquanto a Amazon defende a fidelidade da obra às decisões judiciais e a legitimidade da liberdade artística.
Informações de Fábia Oliveira do Metrópoles. Sandra Regina Ruiz Gomes, conhecido como Sandrão, moveu uma ação contra a Amazon Studios e a Medialand em novembro de 2025, pedindo R$ 3 milhões de indenização e a retirada da série Tremembé da plataforma. Ele alegou que sua participação no sequestro retratado foi exagerada e incompatível com decisões judiciais anteriores.
O rapaz afirmou que a série trouxe hostilizações, prejudicou sua ressocialização e gerou temor pela própria integridade física. Seu pedido de liminar para suspender a obra foi negado.
A empresa apresentou defesa em agosto de 2026, sustentando que a série retratou fielmente decisões judiciais sobre o caso, incluindo sentença condenatória e revisões criminais. Argumentou que o processo é uma tentativa abusiva de censura e que a liberdade de expressão e artística deve prevalecer.
Destacou que Sandrão já era figura pública antes da série, tendo concedido entrevistas e aparecido em matérias jornalísticas, inclusive sobre seus relacionamentos. Negou qualquer responsabilidade por danos e afirmou que não houve comprovação de prejuízos indenizáveis.
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Após o sucesso da primeira temporada, Tremembé terá uma nova temporada, mas a personagem de Sandrão não retornará à trama.
A Amazon sustentou que a obra se baseou em registros oficiais e que não cabe indenização, pois não houve excesso ou invenção além do que já constava em decisões judiciais e na exposição pública do próprio autor.
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A emprieda argumentou que Sandrão já era conhecido antes da série, pois concedeu entrevistas e apareceu em matérias jornalísticas, inclusive sobre sua vida pessoal. A empresa classificou o processo como um uso abusivo da Justiça para tentar censurar uma obra artística, defendendo a prevalência da liberdade de expressão e criação.





