Adriana Esteves/Instagram
Adriana Esteves/Instagram

Apaixonado pela família e os filhos, Adriana Esteves está dando um verdadeiro show de interpretação ao viver uma das protagonistas da recém-estreada novela das nove, ‘Amor de Mãe’. Intérprete de Thelma, ela têm se dividido entre o Rio de Janeiro e Salvador, pelo fato do seu marido, Vladmir Brichta, que é mineiro, mas se considera baiano.

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Em entrevista concedida à revista Quem, ela abriu o jogo e revela o desejo de promover uma mudança radical na sua vida pessoal em breve: “Morar não, mas a gente tem um cafofo por lá. Estamos com um pé lá”, afirma. Mãe de Felipe, de 19 e Vicente, de 13 anos, ela comemora a ótima relação com Agnes, 22, filha do ator. “Tenho a oportunidade na vida de conhecer a maternidade das duas formas: a biológica e a não-biológica. Ela é minha filha, é um amor igual dos três filhos. A Agnes é minha bebê”, conta.

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Quando o papo é maternidade, Adriana não esconde o quanto é cuidadosa, e se comparou até mesmo a vilã Carminha, de ‘Avenida Brasil’. “Misturou todas as Carminhas e Thelmas. Ah, eu sou uma mãe absolutamente comum, igual todas a as mães. Aliás nisso a gente se solidariza mesmo, sou uma mãe apaixonada, que protege, que quer o melhor para os filhos, que luta por educação, que acredita que educação é o melhor caminho e que tenta promover isso o tempo inteiro pra eles”, explica.

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Na novela, a personagem forte na qual ela encarna no enredo de Manuela Dias têm recebido inúmeras críticas positivas e rendendo sucesso. Adriana, no entanto, deixa incógnita no ar sobre o rumo da mocinha. “Thelma agora está começando, mas o que eu posso dizer é que ela promete, promete momentos muito profundos de reflexão de vida, de humanidade, de amor ao próximo, de existência, ela promete. Não acho que ela é amargurada. Eu acho que nem eu, nem a autora, nem os diretores curtimos a amargura, eu acho que ela é cheia de esperança. Ela recebe uma notícia de que tem um aneurisma num lugar muito difícil de fazer a cirurgia e nisso ela lida com criatividade e esperança e batalha pra viver bem enquanto ela estiver viva”, adianta.



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