
A Princesa de Gales, Kate Middleton desabafou e falou abertamente sobre as dificuldades de foco e concentração que teve ao longo do tratamento contra o câncer.
Durante um encontro com pacientes no hospital Christie, ocorrido no mês passado, a integrante da família real compartilhou relatos de sua rotina com a quimioterapia e contou como encontrou na arte um refúgio.
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“Não sei quanto a vocês, mas eu não conseguia ler nem me concentrar em nada…[Colorir] era a minha maneira de explorar coisas interessantes e poder fazer algo que não exigisse um produto final ou uma obra acabada. Era apenas uma forma de brincar e se perder.” afirmou.
O obstáculo mencionado pela Princesa de Gales é um efeito colateral bastante frequente, denominado no meio médico como “névoa cerebral pós-quimioterapia” (chemo brain). Conforme explica a Clínica Mayo, esse quadro de desorientação e lapses de memória momentâneos costuma surgir do efeito somado dos remédios, do desgaste emocional e dos distúrbios de sono e dor.
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Diagnosticada com câncer em janeiro de 2024 e com a quimioterapia concluída em setembro do mesmo ano, a Princesa de Gales anunciou a remissão da doença em janeiro de 2025 e, desde então, vem retomando gradualmente sua agenda de compromissos públicos.
Ligação de Kate com a arte:
A ligação de Kate com a arte é antiga. Graduada em História da Arte pela Universidade de St Andrews em 2005, a esposa do Príncipe William sempre preservou o hábito em seu dia a dia e é fã declarada de livros de colorir voltados para o público adulto, a exemplo de O Jardim Secreto — curiosidade que o próprio herdeiro do trono britânico compartilhou em 2016, em um evento com a ilustradora Johanna Basford.
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