
Fernanda Esteves fez um relato nas redes em que transforma a dor da perda em uma homenagem ao tempo adicional que teve com Erasmo Carlos nos últimos dias de sua vida.
A viúva de Erasmo Carlos, hoje com 35 anos, publicou uma homenagem emocionante no Dia de Finados relembrando os últimos dias que viveu ao lado do cantor antes de sua morte, em novembro de 2022, aos 81 anos.
A beldade recorda que, em 30 de outubro de 2022, foi divulgada erroneamente uma notícia sobre a morte de Erasmo enquanto ele ainda estava internado. Segundo o relato, o cantor reagiu com humor, dizendo que aquele seria um péssimo dia para morrer.
Após receber alta em 2 de novembro, Erasmo voltou para casa, e Fernanda descreve a felicidade de poder recebê-lo novamente.

Pouco depois, ela percebeu que ele não estava bem e decidiu levá-lo de volta ao hospital, onde precisou ser internado novamente.
Fernanda afirma que essa nova internação lhe deu mais 20 dias ao lado do marido, período que ela considera um presente, pois pôde vê-lo sorrir, lutar pela recuperação e continuar demonstrando carinho por ela.
Quando os dois estavam próximos de uma nova alta, houve uma piora no quadro de saúde do cantor. Erasmo faleceu em 22 de novembro de 2022.
Na homenagem, Fernanda diz que encontra conforto na lembrança desses 20 dias extras, afirma que continua seguindo a vida, fazendo planos e sendo feliz, sem deixar de honrar a memória do artista.

“Tenho vivido, melhorado, lutado, feito planos. Estou sendo feliz, e se você não estiver vendo, gostaria que você soubesse”, disse a beldade.
Ela encerra o texto com uma declaração de amor, afirmando que Erasmo sempre será parte dela e desejando reencontrá-lo um dia.
“Conheci muitas coisas, muitas pessoas e passei por muitos momentos. Em cada passo um pedaço seu me acompanha, e sempre que posso enalteço seu nome. Você sempre será um pedaço de mim, e o que de bom alguém encontrar em mim, pode ter certeza de que foi Erasmo que lapidou”.
Erasmo morreu de paniculite complicada por sepse de origem cutânea (uma inflamação grave na camada de gordura subcutânea que evoluiu para uma infecção generalizada). Ele também lidava com um quadro de síndrome edemigênica (retenção excessiva de líquidos nos tecidos do corpo) associada a condições clínicas anteriores.







