
O cantor Lucas Lucco e a empresa Lucas Lucco Produções se tornaram alvos de uma ação de execução de título extrajudicial por quebra de contrato que cobra R$ 1,4 milhão.
De acordo com apurações da CNN Brasil, o processo foi apresentado à Justiça de São Paulo por um investidor que afirma não ter recebido integralmente os valores previstos em um contrato firmado para financiar a divulgação de dois álbuns do artista.
Segundo a ação, o contrato foi assinado em 05 de outubro de 2022. O autor afirma ter transferido R$ 1.547.828 em 16 operações via Pix, entre outubro de 2022 e março de 2023. Ainda conforme apurado, o dinheiro seria destinado a ações de marketing e promoção dos discos ‘Rolê Diferenciado’ e ‘777’, incluindo anúncios, tráfego pago e divulgação em plataformas digitais.
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Diante do acordo, os valores investidos deveriam ser devolvidos em duas parcelas: R$ 750 mil até 30 de junho de 2023 e R$ 797.828 até 31 de dezembro do mesmo ano. O contrato também previa o repasse de 50% dos royalties musicais por 18 meses, com garantia mínima de R$ 375 mil até 5 de abril de 2024.
No entanto, o investidor revela que recebeu R$ 1.102.828 em transferências e outros R$ 60 mil por meio de um crédito relacionado à cessão de direitos de imagem do cantor. De acordo com os cálculos apresentados no processo, os pagamentos não quitaram integralmente as obrigações previstas no contrato.
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Além da cobrança, o autor solicitou medidas para localizar e restringir o patrimônio dos executados. Entre os pedidos estão o bloqueio de valores em contas bancárias, a restrição de veículos e a indisponibilidade de imóveis registrados em nome do cantor.
Vale citar que a ação foi inicialmente distribuída à 2ª Vara Empresarial de São Paulo. O juízo, porém, entendeu que a discussão envolve obrigações de natureza civil e determinou o encaminhamento do caso a uma vara cível. Na 12ª Vara Cível da capital paulista, a juíza determinou que o autor recolha R$ 29.644,77 em custas e despesas iniciais, no prazo de 15 dias, para que o processo e os pedidos apresentados possam prosseguir.
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A decisão não analisou o mérito da cobrança nem determinou o bloqueio dos bens. O valor reivindicado e os supostos descumprimentos contratuais ainda dependem de análise judicial. Até o momento, Lucas Lucco e nem sua equipe se manifestaram sobre o processo. Deixamos o espaço aberto, caso optem em se manifestar!







