A crise de audiência das novelas rachou a cúpula da Globo. A relação entre Manoel Martins, diretor-geral artístico, e Mário Lúcio Vaz, ex-diretor-geral artístico e atualmente consultor, ficou estremecida. A informação é da coluna Outro Canal, de Daniel Castro, na Folha desta segunda-feira.
De acordo com o colunista, Martins não gostou de relatórios que Vaz produziu apontando falhas e possíveis soluções para as novelas das seis e das sete. Vaz, então, deixou de enviar seus apontamentos para Martins.
“Negócio da China”, primeira novela totalmente produzida na gestão de Martins, é a mais criticada pela cúpula. Uma ala avalia que a história de Miguel Falabella, inicialmente criada para as 19h, mas improvisada às 18h, não tem salvação.






