
Um acordo histórico foi assinado em 17 de junho de 2026, durante o G7, por Donald Trump e Masoud Pezeshkian, com mediação do Paquistão.
Ele encerra imediatamente as operações militares dos EUA no Oriente Médio, incluindo o Líbano. O conflito havia começado em fevereiro, após ataques dos EUA e Israel contra o Irã, causando milhares de mortes. Informações da CNN.
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O acordo estabelece o encerramento permanente das operações militares e compromisso de não iniciar novas guerras; suspensão de todas as sanções americanas e internacionais contra o Irã, com liberação de ativos congelados; reabertura em até 30 dias, garantindo passagem segura de navios comerciais por 60 dias do Estreito de Ormuz; criação de um fundo mínimo de US$ 300 bilhões para a recuperação econômica do Irã dos estragos causados pelo próprio EUA; compromisso iraniano de não produzir armas nucleares e início de negociações sobre diluição do urânio enriquecido sob supervisão da AIEA.
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O Hezbollah celebrou o acordo como uma vitória para o Irã, destacando a inclusão do Líbano no texto. O acordo é visto como um precedente para resolver conflitos intensos por meio de negociação direta, não apenas confronto militar. Há expectativa de reposicionamento do Irã no comércio global de energia e impacto sobre o uso de sanções como instrumento geopolítico.

EUA e Irã têm 60 dias para negociar um acordo definitivo, que deverá ser ratificado pelo Conselho de Segurança da ONU. Persistem impasses sobre o destino do urânio enriquecido e a estrutura do fundo econômico. Apesar da formalização, Trump deixou claro que pode reverter o acordo caso não esteja satisfeito com o cumprimento iraniano.

Trata-se de um acordo de grande impacto que encerra hostilidades, suspende sanções e abre caminho para negociações sobre o programa nuclear e a reconstrução econômica do Irã, mas ainda cercado de incertezas políticas e estratégicas, e põe fim a um embargo econômico duradouro. Será que o mesmo acontecerá com Cuba?
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