
Jackie Chan foi extremamente popular nos Estados Unidos, estrelando diversos filmes, mas acabou deixando de lado o “sonho americano” por motivos pessoais e políticos.
Em um programa de TV chinês, Chan afirmou que os Estados Unidos são “o país mais corrupto do mundo” e criticou o impacto global da corrupção americana. Apesar de reconhecer problemas internos, ele declarou que “comparado a países estrangeiros, a China é a melhor” e defendeu que os problemas devem ser discutidos apenas internamente.
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Suas falas geraram críticas, sendo acusado de antiamericano. Pouco depois, foi nomeado membro do Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, reforçando sua ligação com o regime político do país.
Chan já se mostrou defensor, em parte, da ditadura como regime político, o que torna suas declarações menos surpreendentes. Aos 72 anos, ainda existe a possibilidade de seu retorno a Hollywood com o filme A Hora do Rush 4.
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Vale dizer que Jackie Chan, aos 71 anos, possui uma fortuna estimada em cerca de R$ 2 bilhões. Ele declarou que não deixará nada para o filho, Jaycee Chan, e que toda a fortuna será destinada a instituições de caridade após sua morte.
A decisão está ligada à sua crença de que o filho deve conquistar seus próprios objetivos e não viver do dinheiro herdado sem esforço. A relação entre pai e filho já enfrentou dificuldades, especialmente após Jaycee ter sido condenado a seis meses de prisão em 2015 por envolvimento com drogas.
Jackie tem uma carreira de mais de 40 anos, iniciada nos anos 70 em Hong Kong, com destaque para filmes como O Mestre Invencível (1978).
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