
O ministro Kassio Nunes Marques rejeitou o pedido para impedir a exibição do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro, durante o período eleitoral de 2026. A decisão não analisou o mérito, mas se baseou em questões processuais sobre a legitimidade dos autores da ação.
O deputado Rogério Correia (PT-MG) e o advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmam que a decisão “sai pela tangente” e não enfrenta o mérito da questão. Eles defendem que parlamentares têm legitimidade para provocar instituições em casos de interesse público.
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A ação alegava que o filme poderia funcionar como propaganda eleitoral em favor de Flávio Bolsonaro (PL), influenciando eleitores durante a campanha. Nunes Marques sustentou que apenas candidatos concorrendo ao mesmo cargo podem questionar esse tipo de situação. Correia e Carvalho discordam, afirmando que deputados representam o povo brasileiro e que os efeitos políticos do filme atingem também Minas Gerais.
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Diante da negativa do TSE, os autores anunciaram que vão acionar a Procuradoria-Geral da República para que o mérito seja analisado. Eles destacam que cidadãos e representantes públicos podem encaminhar informações às autoridades competentes.
A nota menciona suspeitas de uso de recursos ilícitos e possível esquema de lavagem de dinheiro ligado à promoção política de criminoso condenado pelo STF, com potencial de influenciar o pleito de 2026.
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BOLSONARO TEM GRAVE PIORA E PRECISA SER INTERNADO ÀS PRESSAS
Infelizmente, o presidente Jair Messias Bolsonaro, do PL RJ (Partido Liberal pelo Estado do Rio de Janeiro) teve uma grave piora neste sábado, 13 de junho, e precisa ser internado às pressas… LEIA MAIS!






