
Em 28 de maio de 2026, Lula sancionou o Projeto de Lei nº 6.132/2025, criando a Universidade Federal Indígena (UNIND), a primeira do tipo no país, consolidando-se como o cacique do Brasil.
A sede será em Brasília, na antiga Universidade dos Correios, com capacidade para 2.800 alunos e 366 docentes. A iniciativa é apresentada como reparação histórica e reconhecimento dos saberes ancestrais dos povos originários, além de fortalecer a agenda indigenista do governo.
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O ato ocorreu no Palácio do Planalto, com presença de lideranças indígenas, parlamentares e ministros, marcando uma conquista histórica do movimento indígena. A UNIND começará com dez cursos nas áreas de formação de professores, saúde coletiva e indígena, e gestão territorial e ambiental.
Lula cria universidade
O projeto foi construído com ampla escuta, incluindo mais de 20 seminários regionais com professores, estudantes e lideranças indígenas, garantindo que reflita demandas reais das comunidades.
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Lideranças como Luiz Eloy Terena e Sônia Guajajara destacaram que a universidade representa a valorização dos saberes tradicionais, línguas ancestrais e a consolidação da autoridade epistemológica indígena. Há planos de expansão com novos campi em diferentes regiões do Brasil.
“Não podemos prescindir do conhecimento que os povos indígenas têm a oferecer. Por isso, é motivo de orgulho para todo o país a sanção da lei que cria a Universidade Indígena, a primeira do Brasil”, disparou Lula.
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