
O ex-presidente da República Federativa do Brasil, o excelentíssimo senhor Jair Messias Bolsonaro, está fechado com a esposa Michelle no conflito com os filhos. Ele chegou a passar mal no começo de maio após uma “apunhalada”.
A ex-primeira-dama disse que Jair Bolsonaro “está sabendo de tudo” a respeito dos ataques e mentiras que ela tem enfrentado, vindos de supostos aliados do ex-presidente, que está em prisão domiciliar após condenação pela trama golpista, validando seus posicionamentos contra a ala liderada pelos filhos, que estariam agindo como se Messias já estivesse morto.
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“Não me deixaram viver em paz no momento mais difícil da minha vida. Inclusive, ignorando o pedido que o próprio Jair escreveu, em uma carta, para que parassem com os ataques. Ele está sabendo de tudo e vê a situação que tenho enfrentado. Então hoje, a verdade vai iluminar o que foi escondido na escuridão das notícias falsas e nos ataques irresponsáveis“, disparou a beldade.
“O que aconteceu depois foi um dos dias mais difíceis da nossa vida. A medicação que o meu galego estava tomando deu reações inesperadas. Ele ficou fora de si e acabou mexendo na tornozeleira. E isso resultou na transferência dele para a Polícia Federal. Meu marido foi arrancado de casa. Um dia que nós nunca esqueceremos”, revelou, sobre Jair.

“Logo depois desse dia, pessoas que se diziam fiéis ao meu marido, que se gabavam e lucravam, por se dizerem, bolsonaristas, se apressaram em me atacar, em me humilhar, em dizer que eu estaria, desculpe a palavra, cagando para o meu marido. Alguns desses influenciadores estavam nos Estados Unidos e de lá induziam pessoas ao erro e comandavam os ataques gratuitos covardes contra mim”, relatou.
Jair Bolsonaro passou mal
Em maio, a coluna Radar da Veja relatou que Jair Bolsonaro passou mal e teve uma crise nervosa após descobrir que seu filho Eduardo apoiou uma chapa para o Senado sem consultá-lo. Eduardo Bolsonaro apoiou André do Prado, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo e aliado de Valdemar Costa Neto, como candidato ao Senado, ficando como suplente.
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Bolsonaro preferia outro nome: o coronel Mello Araújo, vice-prefeito de São Paulo, mais alinhado à ala ideológica do PL. O ex-presidente afirmou não ter sido consultado pelo PL e demonstrou revolta contra Valdemar Costa Neto e contra o próprio filho.
A crise interna gerou críticas públicas: Ricardo Salles, ex-ministro leal a Naro, atacou Eduardo e o acordo com Valdemar, chamando o apoio de “vergonhoso” e acusando o centrão de corrupção.
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