
Nesse último sábado (19/09), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou apoio do agronegócio durante um comício em Florianópolis (SC). Ao falar sobre a resistência de parte do setor ao governo, afirmou que o dinheiro público destinado ao agro deveria fazer os representantes apoiarem sua gestão.
“Deveriam se ajoelhar para mim”, dispara Lula
Durante um discurso na Praça Tancredo Neves, Lula apontou xenofobia: “O problema contra nós, acho que é uma questão de pele, porque eu sou nordestino e pobre. Porque se for depender de dinheiro do governo, eles deveriam se ajoelhar para mim. Nunca houve tanto dinheiro para o agro quanto agora.“, afirmou logo a princípio.
🇧🇷 Lula questiona por que o agro não vota nele e diz que o setor deveria “se ajoelhar” para ele, alegando que “nunca houve tanto dinheiro como agora”. pic.twitter.com/0Djaxnu9nw
— Eixo Político (@eixopolitico) September 19, 2026
Em seguida, com a presença de aliados como Gelson Merísio (PSB) e Pedro Uczai (PT), o petista também defendeu o fim das bets e o combate ao feminicídio.
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Presidente detona gestão de Bolsonaro na pandemia
Logo depois, Lula voltou a criticar a condução da pandemia de Covid-19 durante o governo de seu antecessor. O presidente também associou o debate ao cenário eleitoral de 2026. “[Jair Bolsonaro] colocou um general que não sabe nada de saúde. Na época dele, houve mais de 700 mil mortes.“, disparou.
Na sequência, o líder do planalto completou: “Eu nunca cobrei que o presidente entendesse de saúde, eu só queria que ele montasse um comitê com gente que entende. E eles negaram a ciência, negaram a medicina. É esse mundo que está aí para voltar.“, disse por fim.
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