
Nessa semana, a PGR (Procuradoria-Geral da República) tomou uma atitude sobre o pedido da equipe de Jair Bolsonaro de realizar sua cirurgia no ombro. A PGR não foi contra e aceitou o pedido da equipe do ex-presidente. Agora, o parecer da PGR será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
De acordo com o pedido da defesa, a intervenção cirúrgica está agendada para este final de semana, entre os dias 24 e 25 de abril de 2026, após indicação de um especialista. O foco da operação é a correção do manguito rotador e a reparação de danos adjacentes no ombro.
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Além disso, a equipe jurídica solicita que o aval judicial inclua o ciclo completo do cuidado médico: desde os exames preparatórios e a internação até a recuperação pós-operatória e as sessões de fisioterapia. A defesa solicita ainda que o pedido seja analisado com urgência, em razão da natureza médica do caso.
Apesar da melhora geral após ter pneumonia bilateral, o laudo ortopédico indica que o ex-presidente persiste com dores noturnas e incapacidade funcional no ombro direito. O exame físico e a ressonância magnética confirmaram uma lesão de alto grau: “Dentro deste quadro refratário à fisioterapia, e considerando que foi uma lesão traumática, adicionado ao fato que o paciente apresenta melhora do quadro clínico, se encontrando, por conseguinte, apto para a realização da operação”, diz.
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A equipe médica orientou que a operação ocorra por artroscopia, técnica considerada pouco invasiva. No momento, o cotidiano de Bolsonaro é marcado por cuidados intensos, que envolvem um regime alimentar restrito, acompanhamento fisioterápico motor e respiratório seis vezes por semana, além de medicação contínua para monitorar a pressão arterial.
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