
Nesta quinta-feira, 30, o líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues, falou sobre a derrota de Messias no STF e negou que o Palácio do Planalto fará uma “caça às bruxas” após a rejeição.
O senador afirmou que perseguir adversários após o resultado é uma atitude fora de tom e reforçou que revanches não fazem parte das regras da democracia. Conforme o senador, o Governo Federal precisa acatar a decisão do Senado em respeito aos ritos da democracia.
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Em conversas com o Palácio do Planalto, ele esclareceu que a reunião entre o presidente Lula e o indicado serviu para oferecer apoio ao Advogado-Geral da União após o desfecho. Randolfe defende ainda que o novo nome para o Supremo Tribunal Federal seja apresentado antes do período eleitoral.
“Eu defendo que sim. É atribuição do Presidente da República. Não tem por que ser depois das eleições. Eu defendo, obviamente, o julgamento e a decisão é do presidente Lula, mas eu defendo que o presidente use de suas atribuições para encaminhar para cá, para o Congresso Nacional, um indicado ou uma indicada”, declarou o parlamentar.
Entretanto, o senador ainda não conversou com Lula sobre um novo nome até o momento, afirmou a Cnn.
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Rejeição de Messias:
Na noite da última quarta-feira, 29, o Senado rejeitou, por 42 votos a 34, a indicação de Jorge Messias ao STF. O Advogado-Geral da União passou pelo crivo do Congresso depois de cinco meses de impasse envolvendo a indicação feita pelo Planalto.
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