Maria da Paz /Reprodução Globoplay

Em A Dona do Pedaço, no meio do concurso que poderá ser a salvação financeira para Maria da Paz (Juliana Paes), ela vai receber um oficial de justiça em sua confeitaria. Maria é informada que deverá depor no inquérito que responde pela tentativa de assassinato de Régis (Reynaldo Gianecchini). Nervosa, ela vai procurar Amadeu (Marcos Palmeira), que vai ajudá-la no tribunal.

Enquete A Dona do Pedaço: Com quem Maria da Paz deve ficar, Amadeu ou Régis?

Chega o dia do julgamento. “O inquérito sobre o episódio em que deu o tiro no seu marido, Régis…”, começa o promotor. “Meu ex. A gente se divorciou”, corrige Maria da Paz. “Eu examinei toda a investigação. A própria vítima afirma que não houve intenção criminosa”, continua o promotor. “Mas é que o Régis…”, tenta falar a boleira. “Maria da Paz, como seu advogado, eu é que falo. Realmente, o senhor Régis… afirma que foi um acidente”, diz Amadeu.

O promotor vai lembrar que Maria da Paz cometeu outra infração. “Embora não fosse permitido ter arma de fogo em casa. Não tinha porte”, lembra. “Era uma arma antiga, de quando a Maria da Paz nem era casada… estava lá… esquecida num canto”, justifica Amadeu.  “Sobre a posse ilegal, é matéria para outra investigação”, continua o promotor.

Amadeu vai justificar a ação. “Na verdade… nem houve qualquer vontade criminosa. A própria vítima quis se retratar, mas o doutor sabe que uma vez aberto o inquérito, ele tem que caminhar”, discursa o advogado.  “De fato não identifiquei a intenção de assassinato. A lei não prevê a punição para a tentativa de homicídio culposo, como ocorrido. Logo… ainda que houvesse a morte da vítima, situação não verificada, seria admitida a suspensão do processo, sem a restrição da liberdade… Pensei bem, e acho que não há motivo para continuar com esse inquérito”.

Amadeu estranha a informação do promotor. “Não há motivo para continuar?”, questiona o advogado. “Eu intimei a senhora para comunicar minha decisão. Vou recomendar ao juiz o arquivamento desse inquérito”, afirma. Maria da Paz fica surpresa. “Arquivar?”, questiona. “Está livre, dona Maria da Paz”, bate o martelo o promotor.



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