fbpx

Gabriel Jesus é alvo de acusação; entenda

Vizinhos do jogador abriram o jogo sobre atitude problemática.

Marina Ruy Barbosa desabafa sobre momento de tristeza ao lidar com ausência dos pais

A atriz usou as redes sociais para desabafar sobre a falta que está sentindo das pessoas que mais ama.

BBB20: Gabi é o novo Anjo; Saiba quem é o Monstro

A cantora levou a melhor na disputa.

BBB20: Flayslane celebra liderança: “Puro Deus na minha vida”

A cantora falou sobre a disputa da prova do Líder e afirmou que não foi sorte.

Mulheres acusam Felipe Prior, do BBB20, de estupro

Em depoimentos exclusivos, as vítimas relataram como os crimes aconteceram. Leia a matéria e entenda mais!

Fernanda Paes Leme revela experiência inusitada ao sair de casa após isolamento

A atriz, que recentemente foi diagnosticada com o novo coronavírus, contou sobre sua primeira saída de casa após receber alta médica.

Luciana Barcellos, chefe do Jornal da Record pede demissão e se posiciona politicamente

-

Jornal da Record / Reprodução: Instagram
Jornal da Record / Reprodução: Instagram

A Record, emissora pertencente ao bispo Edir Macedo, se envolveu em uma polêmica recentemente após alguns de seus funcionários denunciarem sofrer pressão da alta cúpula, que estaria cobrando matérias favoráveis ao candidato a presidência Jair Bolsonaro, e contrárias ao seu adversário Fernando Haddad. A emissora negou a pressão, mas os rumores ganharam ainda mais força após a demissão da chefe de redação do Jornal da Record, Luciana Barcellos.

Posição política

Em sua conta oficial do Facebook, Luciana se posicionou politicamente e esclareceu que o candidato Fernando Haddad não foi sua opção de voto no primeiro turno, e que para os jornalistas votar no candidato do PT é também defender o direito de exercer livremente a profissão. Veja na íntegra o texto e o vídeo publicado:

- Publicidade -

“O Haddad não foi o meu candidato no primeiro turno. Mas agora o que está em jogo aqui é maior do que nossas primeiras escolhas. É a democracia, é o que queremos para nossos filhos, sobrinhos, netos, amigos, para todos os nossos afetos . É o que queremos de bom também para quem a gente nem conhece pessoalmente. Ninguém é racista ou homofóbico só da boca pra fora. Ninguém defende tortura só porque é “meio doido”. Não existe fascismo “light”. Algumas pessoas próximas e muito queridas não querem o obscurantismo mas também não se sentem à vontade para votar no PT. Peço respeitosamente que reflitam, que reconsiderem. Não anulem, não votem em branco, não ajudem a eleger o Bolsonaro. Votar no Haddad não é assinar cheque em branco para o PT, não é isentar o PT da responsabilidade de não ter feito a autocrítica. É defender o nosso direito de seguir em frente. E pra nós, jornalistas, votar no Haddad é também defender o direito de exercer livremente a profissão. #viravoto#haddad13”.

O Haddad não foi o meu candidato no primeiro turno. Mas agora o que está em jogo aqui é maior do que nossas primeiras escolhas. É a democracia, é o que queremos para nossos filhos, sobrinhos, netos, amigos, para todos os nossos afetos . É o que queremos de bom também para quem a gente nem conhece pessoalmente. Ninguém é racista ou homofóbico só da boca pra fora. Ninguém defende tortura só porque é “meio doido”. Não existe fascismo “light”. Algumas pessoas próximas e muito queridas não querem o obscurantismo mas também não se sentem à vontade para votar no PT. Peço respeitosamente que reflitam, que reconsiderem. Não anulem, não votem em branco, não ajudem a eleger o Bolsonaro. Votar no Haddad não é assinar cheque em branco para o PT, não é isentar o PT da responsabilidade de não ter feito a autocrítica. É defender o nosso direito de seguir em frente. E pra nós, jornalistas, votar no Haddad é também defender o direito de exercer livremente a profissão. #viravoto#haddad13

Publiée par Luciana Barcellos sur Vendredi 26 octobre 2018

Em sua conta nas redes sociais, Luciana Barcellos não discorreu sobre os motivos de sua saída da Record.

Polêmica

- Publicidade -

Os profissionais de jornalismo da Record TV recorreram ao Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo (SJSP) para denunciar pressão que têm sofrido nos bastidores da empresa.

De acordo com o site do Sindicato, empregados da emissora, da estação de rádio e do portal R7 alegam que “estão sofrendo pressão permanente da direção da emissora para que o noticiário beneficie o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e prejudique Fernando Haddad (PT)”.

Veja também:

Tabatha Maia
Venha fazer parte da nossa equipe de colaboradores! Saiba mais!

19 COMENTÁRIOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

Você por dentro!




site statistics