William Bonner/Instagram
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Nos últimos dias, em meio a inúmeros novos escândalos envolvendo o nome do presidente Jair Bolsonaro, o político surpreendeu ao realizar ameaças contra a Globo, diante do caso em torno das concessões da emissora. A situação foi mais a fundo após o conservador ter destacado a promessa de não renovar as cinco concessões da rede, a vencer no dia 7 de outubro de 2022.

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Em entrevista concedida ao portal Notícias da TV, um importante executivo do canal da família Marinho surpreende ao garantir que a Globo possui muita força, visto que o caso é decidido por meio do Congresso Nacional. O presidente encaminha a renovação ou o processo de outorgar ao Senado, e para tal, precisaria de justificativas, como alegar que a emissora ão cumpre com os objetivos educativos, culturais e informativos definidos na Constituição de 1988, por exemplo.

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Em sigilo total, um diretor global garante: “Contra a Globo o presidente não encontra nada. A empresa investe muito no cumprimento de obrigações”, garante o executivo. Outro nome, inclusive, enfatiza a “ficha limpa” da rede, e explica alguns motivos: “Ele [Bolsonaro] vai ter de explicar para 100 milhões de brasileiros por que não vai renovar a concessão da quarta maior rede de TV do mundo, premiada internacionalmente, que gera 15 mil empregos diretos e é 100% nacional, além de ser o 17º maior grupo de comunicação do planeta”, afirma.

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O presidente surpreendeu ao usar as redes sociais e realizar uma reposta a uma matéria promovida pelo ‘Jornal Nacional’, em que apontava um possível envolvimento no caso da morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, assassinada misteriosamente em março do ano passado.

O autor do crime teria entrado no condomínio de Jair Bolsonaro no dia do crime e, segundo o porteiro do local, um homem com a voz parecida ao presidente, na época, Deputado Federal, ao receber uma ligação por interfone em sua casa, teria autorizado sua entrada. Revoltado, o político disparou com palavras de baixo calão sobre a rede, como: “Patifaria”, “patifes”, “canalhas”, “imprensa porca” e “jornalismo podre”, por exemplo.



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