Maisa Silva - Reprodução/SBT
Maisa Silva – Reprodução/SBT

Uma ação judicial movida contra o SBT desde meados de 2017 teve sua sentença decretada nesta última segunda-feira (4). O episódio ocorreu envolvendo a apresentadora Maisa Silva, que abandonou chorando uma gravação do ‘Programa Silvio Santos’, após todo aquele bafafá no qual envolveu ela e o apresentador Dudu Camargo em meio ao episódio polêmico promovido no dominical.

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De acordo com informações do jornalista Daniel Castro, do portal Notícias da TV, a juíza Juliana Baldini de Macedo, da Justiça do Trabalho em Osasco, descartou a ação civil movida pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) contra a rede da Anhanguera, escapando assim, de uma multa avaliada em torno de R$ 10 milhões. A ação em questão alegava o pedido de danos morais coletivos que teria causado por constranger e até agredir fisicamente três de suas funcionárias: a assistente de palco Milene Regina Uehara, a Milene Pavorô, do ‘Programa do Ratinho’, a jornalista Rachel Sheherazade, do ‘SBT Brasil’ e a apresentadora Maisa Silva.

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A pupila de Silvio Santos foi o episódio mais polêmico entre eles. Na ocasião, o Dono do Baú planejou um reencontro para promover as pazes entre ela e Dudu. Incomodada, ela não suportou ver o apresentador no palco e caiu no choro. Para o MPT, Maisa “sofreu grave constrangimento diante da violação de sua privacidade, intimidade e honra, caracterizando lesão aos direitos da personalidade, mediante abuso do poder hierárquico e discriminação do gênero feminino pela forma de tratamento dispensado”.

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No caso de Milen Uehara, a Povorô, Ratinho chutou uma caixa de papelão que se movia, e teria atingido a nuca da artista. Embora tivesse destacado a ‘encenação’, o procurador do Trabalho Gustavo Accioly garantiu tamanha agressão física e humilhação. Já Sheherazade, que causou ao ter sido recepcionada com uma reclamação de Silvio Santos no Troféu Imprensa daquele ano diante das suas opiniões políticas. Segundo o MPT, Sheherazade foi vítima de “tratamento desumano, depreciativo, constrangedor e discriminatório”.

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