Arlete Salles (Globo/Fábio Rocha)

A atriz Arlete Salles já passou por grandes trabalhos na televisão brasileira, em sua maioria, projetos voltados à área da comédia, devido ao bom humor cultiva. Em Toma Lá, Dá Cá, por exemplo, Arlete contracenou com grandes nomes artísticos, como Adriana Esteves e seu grande amigo Miguel Falabella.

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Mas, se engana quem acha que tudo foi fácil na carreira da atriz. A pernambucana relembra que nem sempre teve esse jeito despojado, quando criança tinha que lidar com a timidez e, ao mesmo tempo, se empenhar em ir em busca dos sonhos que almejava.

No começo da carreira, Arlete entrou para trabalhar em uma rádio em Recife. “Foi graças a um anúncio que consegui ir para o rádio. Não existia televisão e eles me chamaram para fazer locução”. E, por conta do sotaque, a atriz também sofreu muito bullying ao longo dos trabalhos. “Eu sofri muito bullying por conta do meu sotaque, que era muito forte. Na época, não havia esse costume de fazer consulta com fonoaudiólogas. Eu fui treinando sozinha e acabei perdendo 80%”, contou a atriz durante o programa Conversa com Bial, que vai ao ar nesta terça-feira (3).

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O papo com Arlete foi cheio de revelações e alto astral, mas não foi só ela quem marcou presença na atração. Miguel Falabella também chega com tudo para falar sobre a arte da comédia com o jornalista Pedro Bial. “A comédia é a maneira mais elegante de se falar sobre coisas sérias. Os comediantes são profissionais que têm esse tempo exato para o humor. Tem a ver com pontuação, respiração e nível de ansiedade”, explicou o ator.

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Miguel e Arlete estão juntos em um novo trabalho, só que, dessa vez, ele escreve e ela atua. A série ‘Eu, a Vó e a Boi’ conta também com a atuação de Vera Holtz, protagonista ao lado de Arlete. Ao lado do autor, Arlete elogiou o trabalho do amigo: “Não dá para mexer no texto dele, é impecável”.

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Sobre a série, Miguel também deu um spoiller aos interessados em produções escritas por ele. “São crônicas de uma discórdia antiga entre duas avós que têm o mesmo neto…A série é um humor profundo de dramaturgia e de personagens muito atuais. Brincamos muito com esse novo conceito de família. A novidade está nessas novas relações e na mensagem de que nada florescer quando plantado no rancor”.



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