
Cyrus Nowrasteh, diretor do filme Dark Horse – O Cavalo das Trevas, afirmou publicamente que a obra tem caráter eleitoreiro e que espera ajudar a levar Flávio Bolsonaro à Presidência do Brasil.
A première ocorreu em Las Vegas, durante o Fraud Fighter Summit, um encontro da direita trumpista, com a presença de Eduardo Bolsonaro. Informações do jornal O Globo.
O longa, filmado em inglês, retrata a campanha de 2018 de Jair Bolsonaro e o atentado a faca em Juiz de Fora. Eduardo defendeu o idioma para ampliar o alcance internacional. O filme já é alvo de ações no TSE, acusado de ser propaganda eleitoral antecipada. O PT tentou barrar sua exibição, alegando financiamento irregular ligado ao Banco Master.
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A produção está sob investigação da Polícia Federal por suspeitas de fraudes bilionárias e financiamento internacional. Há dúvidas sobre o uso de R$ 75 milhões alegados pela produtora Go UP Entertainment. O filme é visto como parte da “guerra cultural” do bolsonarismo, apresentando Jair como mito fundador, Eduardo como articulador internacional e Flávio como herdeiro político direto.
A fala do diretor reforça críticas de que Dark Horse não é apenas uma cinebiografia, mas sim uma ferramenta narrativa para disputar o futuro eleitoral do Brasil. “Esperamos que este filme seja visto no Brasil e receba o apoio dos brasileiros. Eles reconhecerão a sua própria história, a sua história recente, e levarão Flávio Bolsonaro ao poder como o próximo presidente do Brasil”, declarou Nowrasteh. Este é o primeiro filme de grande orçamento do cineasta americano.
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Recentemente, Nunes Marques assumiu nova ação contra Flávio Bolsonaro e vetou pedido para impedir a exibição de Dark Horse no período das eleições.
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