
Flávio Bolsonaro perdeu 9 pontos entre eleitores evangélicos em junho na pesquisa Genial Quaest, caindo de 61% para 52%. Lula, por outro lado, subiu de 24% para 31% nesse segmento, embora ainda esteja atrás.
Entre os católicos, o desempenho de Flávio permaneceu estável, com 34% das intenções de voto, sem variação em relação a maio. Em um eventual segundo turno contra Lula, Flávio aparece com 38% das intenções de voto, enquanto Lula registra 44%.
Líderes evangélicos apontam à coluna de Mônica Bérgamo na Folha de S.Paulo que o desgaste pode estar ligado ao caso envolvendo o Banco Master e à percepção de que Flávio não foi transparente sobre seu contato com Daniel Vorcaro. Um levantamento da Ativaweb DataLab mostrou que 51,9% das menções ao senador após a Marcha para Jesus tiveram tom negativo, com críticas à sua fala sobre “guerra espiritual” e à politização do evento.
+ Luiz Inácio Lula da Silva tem climão com Donald Trump no G7 e ignora americano
A perda de apoio entre evangélicos reduziu a competitividade de Flávio no segundo turno e chamou atenção de aliados e lideranças religiosas, já que esse grupo é considerado estratégico para o bolsonarismo.
Os evangélicos cresceram de 21,6% para 26,9% da população entre 2010 e 2022, enquanto os católicos caíram de 65,1% para 56,7%. O grupo sem religião também aumentou. Apesar disso, o catolicismo continua majoritário em todas as regiões.
+ Trump fica chateado ao saber da ligação entre Flávio e Vorcaro
Há diferenças na distribuição religiosa por região, faixa etária, cor/raça e nível de escolaridade. Por exemplo, evangélicos têm maior presença entre indígenas, enquanto espíritas concentram maior percentual de pessoas com ensino superior.
EDUARDO BOLSONARO CHOCA AO EXPOR DETALHES DO PLANO PARA ASSASSINAR FLÁVIO!
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro chocou a todos ao expor detalhes do plano de assassinato contra seu irmão, Flávio Bolsonaro… LEIA MAIS!






