
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu o deputado Mario Frias (PL-SP) de deixar o Brasil. Além disso, o parlamentar também está impedido de manter contato com os demais investigados no inquérito que apura possíveis irregularidades envolvendo o filme “Dark Horse”. A medida foi determinada nessa última quinta-feira (10/09), durante uma operação da Polícia Federal (PF).
Decisão de Flávio Dino aperta cerco contra Mario Frias
Em suma, a ação cumpre 49 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal, Ceará, São Paulo e Rio de Janeiro. Além de Frias, a empresária Karina da Gama e entidades ligadas a ela, como o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC), estão entre os alvos.
Desse modo, na decisão, Dino apontou indícios de uma possível organização criminosa. Em seguida, ele citou suspeitas de peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, crimes licitatórios, entre outros.
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Filme de Bolsonaro é alvo de duas investigações
De acordo com a PF, a investigação apura um possível desvio de emendas parlamentares para financiar a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Dessa forma, durante as buscas, os agentes também apreenderam documentos, aparelhos eletrônicos, armas e veículos de luxo.
Além do inquérito relatado por Dino, “Dark Horse” também é investigado pelo ministro André Mendonça. Nesse caso, o STF apura repasses de R$ 61 milhões feitos pelo banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a pedido de Flávio Bolsonaro (PL).
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Nesta semana, Mendonça homologou a delação premiada do empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro. Conforme a investigação, a empresa dele teria sido usada para receber recursos de Vorcaro destinados à produção do longa metragem.
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