
senador Jaques Wagner (PT-BA).
Foto: Carlos Moura/Agência Senado
Jaques Wagner (PT‑BA), líder do governo no Senado, foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostos favorecimentos ao Banco Master.
A Polícia Federal afirma que Wagner teria recebido vantagens indevidas, como um apartamento de luxo em Salvador avaliado em R$ 2,5 milhões e repasses a empresas ligadas a familiares.
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Wagner nega qualquer favorecimento ao Banco Master. Sua defesa aponta “erros graves” da PF e destaca que sua única emenda sobre o tema limitava juros, contrariando os interesses do banco. O senador afirma que os valores encontrados pela PF são diárias oficiais pagas pelo Senado para viagens internacionais, devidamente declaradas.
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Wagner recebeu ligação de solidariedade do presidente Lula, que reafirmou confiança em sua trajetória. Apesar de manter sua tranquilidade e reafirmar a pré-candidatura à reeleição, há movimentos dentro do PT e do governo pela sua saída da liderança no Senado.
A assessoria reforça que Wagner deve ter assegurada a presunção de inocência e o amplo direito de defesa.
“A defesa sustenta que a medida está equivocada pelos seguintes motivos: o senador jamais atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master. Prova disso é que a única emenda de sua autoria sobre o tema, apresentada à Medida Provisória 1106/2022, propunha limitar juros e proteger os consumidores, justamente o contrário dos interesses do Banco”, disse ele por meio de nota.
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