Jean Willys, Simone e Simaria – Reprodução: Instagram

O ex-deputado federal Jean Wyllys, usou as redes sociais na noite deste último domingo (12), para comentar a polêmica envolvendo as sertaneja Simone e Simaria, que nesta última semana não cantaram um trecho de uma música que falava de ‘Iemanjá’. De acordo com informações, o motivo seria relacionado ao fato das ‘coleguinhas’ serem evangélicas.

Ao que parece, Jean Wyllys, vencedor da quinta edição do Big Brother Brasil não ficou nada satisfeito com a atitude das ‘coleguinhas’ e fez diversas críticas à Simone e Simaria. O ex-político ainda afirmou que a atitude das sertanejas foi um ato de “ignorância e racismo” e apontou, segundo ele, algumas hipocrisias das duas.

Veja o texto na íntegra:

Li por aí que uma dupla “neosertaneja” (ou algo que o valha; não sei como se classifica as pessoas que fazem isso tipo de música, que pouquíssimo ou quase nada tem a ver com a música sertaneja ou “caipira”, mesmo com aquela feita por músicos muito mais novos que Chitãozinho & Xororó); li por aí que esta dupla popularíssima se recusou a cantar os versos de uma música em que a palavra “Iemanjá” é mencionada. O motivo da recusa, segundo li, seria o fato de ser “evangélica”.

Disse-me um amigo que trabalha no ramo do entretenimento televisivo que esses artistas populares estariam evitando polêmicas com o público conservador. Bom, a tal dupla que se recusou a mencionar a palavra “Iemanjá” apresenta-se seminua quase sempre em seus shows (há fotos de sobra que provam esse fato), com um figurino de corar Messalina de vergonha.

Sendo assim, que “conservadorismo” é esse que tolera o visual pornô-pop de uma dupla, mas a rechaçaria apenas pelo fato de mencionar o nome de uma entidade da mitologia iorubá? Recusar-se a mencionar “Iemanjá” é o mesmo que se recusar a cantar os versos de “Planeta Vênus”, de Pepeu Gomes, ou a dizer a palavra “CRONOLOGIA”, já que esta é derivada de CHRONOS, o deus da antiguidade clássica (greco-romana) que representa o tempo (daí, doença CRÔNICA ser uma doença que se estender no tempo, sem cura). Vênus, por sua vez, antes de ser nome de um dos dos planetas do sistema solar, é o nome de uma deusa pagã, tal qual Iemanjá.

As únicas explicações, portanto, para o comportamento da dupla e para a reação de seu pública seriam: IGNORÂNCIA e RACISMO, duas doenças que parecem crônicas no Brasil e que se agravaram nos últimos três anos.

Racismo porque só há recusa em se mencionar o nome de seres mitológicos quando se trata dos deuses da mitologia africana. A dupla deveria aprender com Roberta Miranda, que compôs um hino sertanejo imortal chamado “A majestade, o sabiá”, popular nas interpretações de Chitãozinho & Xororó e do saudoso Jair Rodrigues: “Tô indo agora tomar banho de cascata; Quero adentrar nas matas onde Oxossi é o Deus.”

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PÉROLA AOS HIPÓCRITAS (E/OU IGNORANTES E/OU RACISTAS Li por aí que uma dupla “neosertaneja” (ou algo que o valha; não sei como se classifica as pessoas que fazem isso tipo de música, que pouquíssimo ou quase nada tem a ver com a música sertaneja ou “caipira”, mesmo com aquela feita por músicos muito mais novos que Chitãozinho & Xororó); li por aí que esta dupla popularíssima se recusou a cantar os versos de uma música em que a palavra “Iemanjá” é mencionada. O motivo da recusa, segundo li, seria o fato de ser “evangélica”. Disse-me um amigo que trabalha no ramo do entretenimento televisivo que esses artistas populares estariam evitando polêmicas com o público conservador. Bom, a tal dupla que se recusou a mencionar a palavra “Iemanjá” apresenta-se seminua quase sempre em seus shows (há fotos de sobra que provam esse fato), com um figurino de corar Messalina de vergonha. Sendo assim, que “conservadorismo” é esse que tolera o visual pornô-pop de uma dupla, mas a rechaçaria apenas pelo fato de mencionar o nome de uma entidade da mitologia iorubá? Recusar-se a mencionar “Iemanjá” é o mesmo que se recusar a cantar os versos de “Planeta Vênus”, de Pepeu Gomes, ou a dizer a palavra “CRONOLOGIA”, já que esta é derivada de CHRONOS, o deus da antiguidade clássica (greco-romana) que representa o tempo (daí, doença CRÔNICA ser uma doença que se estender no tempo, sem cura). Vênus, por sua vez, antes de ser nome de um dos dos planetas do sistema solar, é o nome de uma deusa pagã, tal qual Iemanjá. As únicas explicações, portanto, para o comportamento da dupla e para a reação de seu pública seriam: IGNORÂNCIA e RACISMO, duas doenças que parecem crônicas no Brasil e que se agravaram nos últimos três anos. Racismo porque só há recusa em se mencionar o nome de seres mitológicos quando se trata dos deuses da mitologia africana. A dupla deveria aprender com Roberta Miranda, que compôs um hino sertanejo imortal chamado “A majestade, o sabiá”, popular nas interpretações de Chitãozinho & Xororó e do saudoso Jair Rodrigues: “Tô indo agora tomar banho de cascata; Quero adentrar nas matas onde Oxossi é o Deus." [continua no primeiro comentário]

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Indireta para Carlinhos Maia?

A noite desta última quinta-feira (01), começou enigmática para os seguidores da sertaneja Simone, do duo com Simaria. A cantora, através da ferramenta ‘stories’ de seu Instagram, publicou uma reflexão sobre ‘gente falsa’. Veja!

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