Anitta – Instagram

Anitta se tornou um grande fenômeno nacional e também internacional e pela segunda vez ela foi eleita a ‘Mulher do Ano’ pela revista GQ. Com um sonho de fazer história, a cantora, que veio do subúrbio carioca de Honório Gurgel, vem revolucionando o cenário musical.

Aos 26 anos, a cantora que já fez parcerias com grandes nomes do meio musical, confessou que não pretende ser cantora para sempre, e que para se sentir completamente realizada, ela deseja construir a sua própria família.

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“Quero muito construir minha própria família. Quero muito ter mais tempo com minha família, ao todo, somos 17, falo com eles todos os dias. Até hoje, só fiz uma viagem com todos. E, mais para frente, quero me arriscar em outra profissão. Não quero ser cantora para o resto da vida”, confessou ela, em entrevista à GQ.

Anitta ainda contou que há dois aos ela estava “desanimada com a luta para fazer história” e ela decidiu fazer uma lista com alguns tópicos para que ela se tornasse 100% realizada no trabalho. “Hoje, olho para esse papel e vejo que cumpri três vezes mais”, disse ela orgulhosa.

A lista era composta em: fazer o funk ser conhecido no mundo, fazer o funk ser aceito em grandes festivais, fazer seus ídolos conhecerem o seu trabalho. “Virei cantora por causa da Mariah Carey e hoje ela fala comigo, me segue no Instagram, curte minhas fotos. Temos o mesmo advogado lá fora e mandei uma foto do meu cachorro com todos os CDs e DVDs dela que coleciono há anos. Fico muito emocionada com todos os meus encontros e choro muito depois, mas quando conheci Pharrell [Williams] para gravarmos juntos, chorei na frente dele, não aguentei”, contou.

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Além disso, ela queria ter uma canção mundialmente conhecida. “Downtown virou hit nas Américas e Paradinha ficou mais conhecida na Europa”, comemorou.

A cantora ainda explicou que tinha o sonho de apresentar o funk ao mundo “para fazer os brasileiros darem o devido respeito ao ritmo”. “Nunca tive vontade de lacrar para fazer música e estar em primeiro lugar nos rankings. Sempre quis fazer diferente. Gosto de criar controvérsias para fazer as pessoas discutirem, provocar o debate da diversidade de opiniões”, analisou.

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