
Nessa sexta-feira (18/09), Rico Melquiades publicou uma retratação logo após o Ministério Público Eleitoral de Alagoas abrir uma investigação sobre um vídeo publicado por ele. Na gravação em questão, o influenciador digital proíbe empregadas de serem petistas. O conteúdos pode configurar coação eleitoral.
Rico Melquiades se pronuncia após investigação por coação eleitoral
Depois da repercussão negativa, Rico pediu desculpas aos trabalhadores que se sentiram ofendidos. “Hoje eu quero vir a público pedir desculpas a todos os brasileiros e aos trabalhadores.”, declarou logo a princípio em um novo vídeo nas redes.
Em seguida, o criador de conteúdos também afirmou que reconhece a responsabilidade como figura pública. “Na posição de influenciador, eu tenho plena consciência da minha responsabilidade com o público e do meu compromisso com as leis trabalhistas e também eleitorais.“, disse.
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Ex-A Fazenda explica gravação que gerou investigação
Logo depois, Rico afirmou ainda que as quatro mulheres são familiares e autorizaram a publicação. “Todas as meninas que aparecem no vídeo são da minha família: é minha tia, irmã, mãe e prima. E todo vídeo que eu posto com elas tem o consentimento.“, garantiu.
Por fim, ele voltou a pedir desculpas. “Peço de coração desculpa a todos os trabalhadores que se sentiram ofendidos com o vídeo que eu postei.“, finalizou.
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🚨 Rico Melquiades é OBRIGADO pelo Ministério Público a se retratar por coagir pessoas a votar em Flávio Bolsonaro na sua casa:
“Hoje, eu quero vir pedir desculpa a todos os brasileiros e trabalhadores, nenhum funcionário deve sofrer nenhum tipo de coação e o direito do voto… pic.twitter.com/br7mdZTxTC
— UpdateCharts (@updatecharts) September 18, 2026
Relembre
Em suma, a apuração começou logo após um vídeo publicado por Rico no dia 12 de setembro. Na gravação, ele apareceu ao lado de quatro mulheres, pergunta quem paga os salários delas e questiona uma delas sobre sua preferência política. Em seguida, o ex-A Fazenda associa a trabalhadora ao Partido dos Trabalhadores (PT) e fala em demissão. Por isso, o caso foi encaminhado à Polícia Federal (PF) para investigação.
Desse modo, o caso também envolve a atuação do Ministério Público do Trabalho, já que a situação pode ser analisada sob a perspectiva de assédio eleitoral nas relações trabalhistas. A investigação ainda está em andamento.
🚨 Ministério Público Eleitoral pede a PF apuração contra Rico Melquiades por suposta coação a funcionária por votar em Lula, segundo o G1. pic.twitter.com/ntPAygLkaA
— UpdateCharts (@updatecharts) September 14, 2026
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