
Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto, além de multa, perda de cargo na Polícia Federal e inelegibilidade de até 12 anos. A acusação foi de coação no curso do processo ligado à tentativa de golpe de 2022, da qual seu pai, Jair Bolsonaro, também era réu.
Eduardo declarou em entrevista para a Rede Comunica Brasil que conta com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, para impedir sua extradição ao Brasil. Ele acredita que o Departamento de Justiça dos EUA rejeitará o pedido do STF, como ocorreu no caso de Alexandre Ramagem.
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Eduardo afirmou que Donald Trump e Marco Rubio deveriam estar ao seu lado no banco dos réus, alegando que foram eles, e não ele, que decretaram sanções contra Alexandre de Moraes pela Lei Magnitsky.
Ele sugeriu que o STF só processaria Trump se houvesse um “governo radical de esquerda” nos EUA, reforçando a ideia de perseguição política. Flávio, Carlos e Jair Renan Bolsonaro reagiram nas redes sociais, classificando a condenação como “injustiça”, “perseguição” e “chacota”. Flávio disse que é “ruim continuar vivendo no Brasil” e acusou Alexandre de Moraes de parcialidade.
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O processo entra agora na fase de recursos e possível pedido de extradição. Como Eduardo vive nos EUA desde fevereiro de 2025, o desfecho pode ser demorado por envolver etapas jurídicas e diplomáticas.
“E aí eu pergunto: quem decretou a a sanção contra o Moraes, da lei Magnitski? Foi o presidente Trump, junto com os seus secretários, Scott Bessent [secretário do Tesouro dos Estados Unidos], e Marco Rubio. Não foi Eduardo do Bolsonaro. Então, por que que o Trump, pelo menos, não tá nesse processo?”, disparou o homenzarrão.
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