
A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes (STF) autorização urgente para que o ex-presidente realize tomografias, endoscopia e outros procedimentos no Hospital DF Star, em Brasília, visando monitorar pneumonia broncoaspirativa e problemas gastrointestinais como esofagite, gastrite e refluxo.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 27 de março, determinada por Moraes por razões humanitárias após alta hospitalar. A medida tem validade até 25 de junho, quando será decidido se o benefício será prorrogado ou se ele retornará ao regime fechado.
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O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A prisão domiciliar não suspende a condenação, apenas representa uma concessão humanitária.
Durante a prisão domiciliar, Bolsonaro está proibido de usar celular, redes sociais e gravar vídeos. As visitas são restritas a familiares próximos, médicos e advogados.
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Moraes deverá decidir em 25 de junho se prorroga a prisão domiciliar ou se determina o retorno de Bolsonaro ao sistema prisional, provavelmente no 19º Batalhão da PM do DF, conhecido como “Papudinha”. Laudos médicos atualizados e perícia oficial serão fundamentais para essa decisão.
Dessa forma, os resultados dos exames solicitados podem influenciar diretamente a decisão judicial. Se apontarem limitações clínicas relevantes, reforçam o argumento pela manutenção da prisão domiciliar; caso contrário, podem embasar o retorno ao regime fechado. Contudo, arma encontrada com o preso não ajuda na decisão.
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