
Nesta quarta-feira (05), o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) decidiu, por unanimidade, manter inelegível até 2032 o empresário e ex-coach Pablo Marçal (União Brasil), confirmando a condenação anterior e a sanção de inelegibilidade por 8 anos, contados a partir da eleição de 2024. Cabe recurso da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em 2025, Marçal foi condenado por “uso indevido dos meios de comunicação social” ao promover campeonatos de cortes de vídeos nas redes sociais. A decisão incluiu a manutenção da multa de R$ 420 mil ao ex-candidato por descumprimento de ordem judicial.
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O empresário também foi condenado pela terceira vez pela Justiça Eleitoral em julho deste ano no âmbito da investigação que apura condutas irregulares durante as eleições de 2024 para a Prefeitura de São Paulo.
Candidatura ao Congresso Nacional
Marçal se filiou ao União Brasil em março deste ano. Publicamente, lideranças da legenda afirmam que, caso ele consiga reverter a situação na Justiça Eleitoral, será candidato a deputado federal. As condenações de Marçal na Justiça Eleitoral não transitaram em julgado e, portanto, ainda poderiam ser revertidas no TSE.
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O nome de Marçal também chegou a ser cogitado para uma eventual candidatura ao Senado, o que acendeu o alerta na pré-campanha de Guilherme Derrite, o nome na disputa ao Senado pelo PP, partido que está federado ao União.
Na mais recente pesquisa Genial/Quaest, o ex-coach aparece atrás apenas da ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) e da ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB), com 9% das intenções de voto, em uma situação de empate técnico com Tebet.
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