Danielle Zampollo – Reprodução/Globo

Vida de repórter, realmente, não é para qualquer um, e Danielle Zampollo foi a encabeçada de comandar um especial em comemoração a marca de 400 programas do ‘Profissão Repórter’, e nesta edição de quarta (16), ela exibirá uma tribo indígena localizada no meio da Amazônia, ao longo de 25 dias na qual permaneceu.

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Em viagem para a tribo, Danielle precisou abdicar do uso excesso de recursos tecnológicos e sentiu na pele como é conviver numa tribo, além das dificuldades encontradas. “O maior desafio que enfrentamos foi quando, em um dos deslocamentos pelo Vale do Javari, depois de 5h de viagem, o motor do nosso barco quebrou. Havia sete pessoas no barco. Até tentamos fazer ele voltar a funcionar, mas não deu certo. Ficamos algumas horas à deriva no rio. Quando nos resgataram, deu um alívio tremendo. Outro desafio foi ficar 25 dias sem telefone, internet ou contato com qualquer familiar ou outra pessoa fora dali”, relatou, em entrevista ao portal NaTelinha.

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Danielle contou que os indígenas ficaram surpresos com a chegada da equipe do ‘Profissão Repórter’, e claro, a situação da relação com os profissionais não poderiam ser diferentes, onde era tido como novidade para os índios. “O que mais me impressionou foi o nosso primeiro contato com os isolados. Eles nunca tinham visto jornalistas, ainda mais com câmeras, e a gente também nunca tinha visto indígenas isolados. Tudo ali era novidade, para eles e para nós”, explicou.

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Questionada sobre a importância do idealizador da atração, o apresentador Caco Barcellos, ela concedeu elogios ao profissional diante. “A presença do Caco é fundamental. Tem sempre algo criativo e diferente a acrescentar. Não é fácil convencê-lo. Precisamos apresentar dados, pessoas a serem entrevistadas, caminhos inovadores para que aquela história seja transformada em um bom programa. Na reunião, definimos a história que queremos contar”, tietou.

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