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Veruska, viúva de Ricardo Boechat, publica texto emocionante deixado pelo jornalista

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Veruska e Ricardo Boechat / Reprodução: Instagram

Veruska Seibel, viúva do jornalista Ricardo Boechat, compartilhou com seus seguidores das redes sociais um texto emocionante deixado pelo marido, que faleceu no início deste mês, após a queda de um helicóptero.

O texto foi lido por ela como uma homenagem, durante um evento em que foi celebrado a memória do jornalista.

“Dedico a todos que tanto conforto têm dado a mim e a minha família o texto recente do meu marido que li hoje na celebração em memória dele”, escreveu a doce Veruska, como era chamada por Boechat.

Confira o texto: 

“Dizem os sábios que os primeiros registros a respeito do amor surgiram ainda na pré-história. Os estudiosos admitem que, em algum momento, por volta de 1.500.000 antes de Cristo, esse sentimento sublime aflorou no coração de nossos mais remotos ancestrais, ou foi por eles, então, percebido. Desde então, a força do amor vem inspirando os homens em suas mais profundas crenças e criações. Sua densidade infinita levou-nos à devoção de deuses, concebidos ante a certeza de que algo tão elevado só poderia ter surgido de instância divina. Na nossa escala de valores, naquilo que cultivamos, geração após geração, ele é a fonte e a razão da própria vida. Sem o alimento que ele fornece, nem religiões, nem artes, nada, enfim, existiria. Esse protagonismo, entretanto, merece uma provocação. O tempo nos fez, também, evoluir. E aquilo em que nos transformamos permite que nos perguntemos se o amor, a despeito do tanto que é e sempre foi, seria, de fato, a mais elevada expressão do que somos como espécie. Será o amor o sentimento que mais nos caracteriza? Aquele que melhor nos distingue dos outros seres da Natureza? Se ele surge espontaneamente; se não depende de nossas decisões quando floresce ou morre, pode, então, estar no topo dos valores que reverenciamos? Nada contra o amor, claro. Sou um apaixonado crônico. Mas penso que essa primazia não cabe a ele e, sim, à solidariedade. Este é, também, um sentimento. E um sentimento que não existe sem o amor. Mas a solidariedade vai além. É o sentimento associado à ação. É o que floresce como amor, porque somos o campo fértil dessa semente, mas que prospera se estendemos a mão ao próximo, àquele que precisa de nós. É o ato racional, e, por isso mesmo, essencialmente humano. É o gesto de estender a mão, de acolher o semelhante, de dividir o pão. Sermos solidários é demonstrar capacidade de transformar o amor em atos. É fazermos jus ao que temos de melhor”.

Veja:

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Dedico a todos que tanto conforto têm dado a mim e à minha família o texto recente do meu marido que li hoje na celebração em memória dele: “Dizem os sábios que os primeiros registros a respeito do amor surgiram ainda na pré-história. Os estudiosos admitem que, em algum momento, por volta de 1.500.000 antes de Cristo, esse sentimento sublime aflorou no coração de nossos mais remotos ancestrais, ou foi por eles, então, percebido. Desde então, a força do amor vem inspirando os homens em suas mais profundas crenças e criações. Sua densidade infinita levou-nos à devoção de deuses, concebidos ante a certeza de que algo tão elevado só poderia ter surgido de instância divina. Na nossa escala de valores, naquilo que cultivamos, geração após geração, ele é a fonte e a razão da própria vida. Sem o alimento que ele fornece, nem religiões, nem artes, nada, enfim, existiria. Esse protagonismo, entretanto, merece uma provocação. O tempo nos fez, também, evoluir. E aquilo em que nos transformamos permite que nos perguntemos se o amor, a despeito do tanto que é e sempre foi, seria, de fato, a mais elevada expressão do que somos como espécie. Será o amor o sentimento que mais nos caracteriza? Aquele que melhor nos distingue dos outros seres da Natureza? Se ele surge espontaneamente; se não depende de nossas decisões quando floresce ou morre, pode, então, estar no topo dos valores que reverenciamos? Nada contra o amor, claro. Sou um apaixonado crônico. Mas penso que essa primazia não cabe a ele e, sim, à solidariedade. Este é, também, um sentimento. E um sentimento que não existe sem o amor. Mas a solidariedade vai além. É o sentimento associado à ação. É o que floresce como amor, porque somos o campo fértil dessa semente, mas que prospera se estendemos a mão ao próximo, àquele que precisa de nós. É o ato racional, e, por isso mesmo, essencialmente humano. É o gesto de estender a mão, de acolher o semelhante, de dividir o pão. Sermos solidários é demonstrar capacidade de transformar o amor em atos. É fazermos jus ao que temos de melhor.” #doceveruska

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Boechat ganha linda homenagem no estacionamento da Band

Esposa de Ricardo Boechat mostra cachorrinho à espera do jornalista e comove os fãs

Veruska e Boechat – Reprodução: Instagram

Mais de uma semana após a tragédia com o jornalista Ricardo Boechat, familiares e amigos seguem tentando superar a perda. A esposa do ex-contratado da Band tem se mostrado bastante abalada com o fato e quase todo dia publica algo relacionado ao marido nas redes sociais.

Na última quinta-feira (21), Veruska Siebel comoveu seus fãs ao mostrar seu cachorrinho de estimação à espera de Ricardo Boechat, segundo ela o animalzinho sabia a hora que o dono chegava  da Band e ficava esperando próximo à porta. Veja o post!

Veja também: 

Daniela Santos
Jornalista formada pela Fiam Faam - FMU, em São Paulo. Redatora web especializada em Famosos, Celebridades e Televisão.

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