
A técnica agrícola Taís Simone Prado Leal, de Petrolina (PE), é considerada foragida após descumprir medidas judiciais impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, nesta sexta, 24.
A Polícia Federal encontrou no WhatsApp dela uma foto de perfil em defesa do AI-5, o ato institucional mais repressivo da ditadura militar brasileira. A perícia identificou também mensagens com ataques a Alexandre de Moraes, incluindo a frase “morte ao Xandão”.
+ Sócia do Careca do INSS revela que Flávio só tem dois clientes: “Um é igreja” – Portal Área VIP
Conversas em outro celular mostraram que Taís participou da organização de acampamentos e da compra de materiais para viajar a Brasília, além de sugerir apoio de CACs (atiradores registrados) para retirar Lula do poder. Dados de geolocalização confirmaram sua presença em Brasília nos dias 7 e 8 de janeiro de 2023, durante os atos golpistas, embora não haja confirmação de que tenha entrado em prédios públicos invadidos.
Em março de 2024, ela firmou um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com a PGR, confessando participação em acampamento em frente ao Quartel-General do Exército. O acordo foi revogado após novas provas indicarem atuação mais ampla.
Moraes decretou sua prisão preventiva após ela não se apresentar para instalar a tornozeleira eletrônica e ignorar tentativas de contato da Secretaria de Administração Penitenciária de Pernambuco. “Deliberadamente desrespeitando as medidas cautelares impostas nestes autos”, afirmou Xande.
MORTE DE MINISTRO DO STF É CONFIRMADA E TOMA O BRASIL DE LUTO
O velório será amanhã, no Salão Branco do STF, em Brasília, das 10h às 16h. O sepultamento ocorrerá no Rio de Janeiro. “O Supremo Tribunal Federal (STF) manifesta profundo pesar pelo falecimento do ministro…“… LEIA MAIS!






